# Fase 1 — plano detalhado

1. Fundação executável: ambiente, PostgreSQL, Prisma, healthcheck, lint/test/build.
2. Identidade: cadastro transacional, login/logout, recuperação de senha e rate limiting.
3. Tenancy: resolução por host, contexto de tenant, helpers de consulta e testes de vazamento.
4. RBAC: papéis iniciais, matriz de permissões, auditoria e suporte com impersonação explícita.
5. Planos: CRUD do superadmin, features editáveis e aplicação transacional de limites.
6. Painéis: shell do superadmin, dashboard do tenant e aparência básica.
7. Domínios: subdomínio lógico, domínio próprio pendente, verificação DNS e status.
8. Operação: uploads seguros, observabilidade, backup, CI e checklist de produção.

## Critério deste primeiro corte

Schema, cadastro, sessão, resolução de tenant e shells dos dois painéis. Recuperação de senha, DNS automatizado, uploads e cobrança ficam explicitamente para incrementos seguintes da Fase 1.

## Decisões pendentes e riscos

- Provedor de hospedagem/DNS/SSL e estratégia de wildcard.
- Asaas ou outro provedor para assinatura; política de suspensão e carência.
- S3 compatível, antivírus e limites de upload.
- Migração e saneamento de senhas/dados das lojas PHP.
- LGPD: retenção, consentimento, exportação e eliminação.
- E-mail transacional e recuperação de senha.
- PostgreSQL RLS como segunda barreira após estabilizar a camada de aplicação.
- OneDrive e ausência de Git aumentam risco operacional; iniciar repositório e CI antes de produção.
